quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Hey.Mallu aqui!




Estávamos falando dele (Caio Augusto Leite) hoje na sala de aula,ai 
resolvi postar essa foto...por que eu me lembrei...é so isso,kkk.
       xoxo Mallu.

Blogs...

Bom pessoas esses são blogs das minhas amigas eu eu recomendo por que todos são bons.

Esse aqui fala de história - http://passar-do-tempo.blogspot.com.br/
Esse aqui fala de Educação fisica - http://atividade-em-foco.blogspot.com.br
Esse aqui fala de Inglês - http://and-this-time.blogspot.com.br/


Então quando tiver outro blogs e so comentar que eu vou ver...
                                                               xoxo Mallu.

1.4 Concordância Verbal com Sujeito Simples


1.13 - Locução de realce é que

O verbo ser permanece invariável na expressão expletiva ou de realce é que:

  • Eu é que falo.
  • Nós é que falamos.
  • Ele é que falas.
  • Eles é que falam.



  • 1.14 - Era uma vez

    Por tradição, mantém-se invariável a expressão inicial de histórias era uma vez, ainda quando seguida de substantivo plural, como em "Era uma vez três porquinhos."

    1.15 - Porcentagens

    Quando o sujeito for formado por uma expressão que indica porcentagem seguida de substantivo, o verbo costumará concordar com o substantivo:

  • 1% dos alunos faltaram à prova.
  • 1% do eleitorado aceita a mudança.

  • Quando a expressão que indica porcentagem não for seguida de substantivo, o verbo deverá concordar com o número:

  • 35% querem a mudança.
  • 1% conhece o homem.
  • 1.16 - Milhão, bilhão e trilhão


    Os substantivos numerais milhão, bilhão e trilhão levam, de preferência, o verbo ao plural:

  • Um milhão de pessoas assistiram o desfile.
  • Pelas contas da Petrobrás, podem faltar umbilhão e meio de litros de álcool.


  • 1.17 - Numerais fracionários


    Em regra, a concordância do verbo é feita com o numerador:

  • Mais ou menos um quarto dos alunos ficou de recuperação.
  • Dois terços da população vivem na miséria.
  • 1.18 - Sujeito Indeterminado


    Quando o sujeito for indeterminado, o verbo deverá ir para a terceira pessoa do plural:

  • Pediram-me que a procurasse.

  • Se, no entanto, a indeterminação do sujeito for indicada pelo pronome se, o verbo ficará na terceira pessoa do singular:

  • Ainda se vivia num mundo de incertezas.
  • 1.19 - Sujeito Oracional


    Concordará no singular o verbo cujo sujeito é uma oração:

  • Ainda falta comprar os cartões.
  • Sujeito oracional: comprar cartões.
  • Predicado: Ainda falta

  • 1.20 - Sujeito Coletivo


    O verbo concordará no singular com o sujeito coletivo do singular:

  • A multidão descia a rua.
  • Uma junta de bois tirou o carro do lago.

  • Obs.: Se o coletivo vier seguido de substantivo plural e anteceder ao verbo, este poderá ir para o plural, quando se quer salientar não a ação do conjunto, mas a dos indivíduos:

  • "Uma grande multidão de crianças, de velhos, de mulheres penetraram na caverna..." (Alexandre Herculano)
  • 1.3 Concordância Verbal com Sujeito Simples


    1.6 - Mais de Um

    Enquanto o sujeito de que participa a expressão (menos de dois) leva o verbo ao plural, o sujeito formado pelas expressões (mais de um ou mais que um), seguidas de substantivo, deixa o verbo de regra no singular:

  • Mais de um sujeito correu no meio da multidão.

  • Quando tais expressões vêm repetidas, ou quando nelas haja idéia de reciprocidade, o verbo deve ser empregado no plural:

  • Mais de um velho, mais de uma criança não puderam fugir a tempo.
  • Mais de um deputado se ofenderam na abertura da sessão de ontem.

  • 1.7 - Nomes Próprios 

    Em se tratando de nomes próprios, a concordância deve ser feita levando-se em consideração a ausência ou a presença do artigo. Sem o artigo, o verbo deve ficar no singular. Quando há artigo no plural, o verbo deve permanecer no plural.

  • Minas Gerais produz o melhor pão de queijo do país.
  • As Minas Gerais são inesquecíveis.


  • 1.8 - Pronome Interrogativo ou Indefinido Plural

     Quando o sujeito for um pronome interrogativo ou indefinido plural (quais, quantos, alguns, poucos, muitos, quaisquer, vários) seguido de (de nós ou de vós), o verbo poderá concordar com o primeiro pronome (na terceira pessoa do plural) ou com o pronome pessoal.

  • Quais de nós são / somos capazes?
  • Alguns de vós sabiam / sabíeis do caso?

  • Obs.: Nos casos em que o interrogativo ou indefinido estiver no singular, o verbo ficará automaticamente no singular:

  • Qual de nós é capaz?
  • Algum de vós fez isso?

  • 1.9 - Pronome Relativo Que


    Quando o sujeito for o pronome relativo que, a concordância em número e pessoa deverá ser feita com o antecedente desse pronome:

  • Fui eu que paguei a conta.
  • Fomos nós que construímos a casa.

  • 1.10 - Pronome Relativo Quem

    Quando o sujeito for o pronome relativo quem, pode-se utilizar o verbo na terceira pessoa do singular ou em concordância com o antecedente do pronome:

  • Fui eu quem pagou / paguei a conta.
  • Fomos nós quem lavou / lavamos a piscina.


  • 1.11 - Um dos que, uma das que

    Quando o sujeito é "um dos que" ou "uma das que", os escritores modernos preferem o plural.
  • João é uma das pessoas que me procuraram.
  • Marcio é um dos que mais estudam.

  • O verbo poderá ser deixado no singular, quando este se aplicar apenas ao ser de que se fala, ou quando se deseja destacar o indivíduo do grupo:


  • Este é um dos jogadores brasileiros que mais se destacou na partida.

  • 1.12 - A maior parte de, grande número de, etc.

    Sendo o sujeito uma das expressões quantitativas (a maior parte de, parte de, a maioria de, grande número de, etc.), seguida de substantivo ou pronome no plural, o verbo poderá ir para o singular ou para o plural, conforme se queira destacar a idéia de conjunto ou a idéia individual:

  • A maior parte dos homens estão trabalhando hoje.
  • A maioria das crianças recebeu essa notícia com alegria.
  • 1.2 - Casos Especiais de Concordância Verbal com Sujeito Simples

    Há muitos casos em que o sujeito simples é constituído de formas que fazem com que o falante tenha dúvidas no momento de estabelecer a concordância com o verbo.

    Em alguns desses casos, a concordância puramente gramatical é contaminada pelo significado de expressões que nos transmitem noção de plural apesar de terem forma de singular e vice-versa. Assim, vamos analisá-las com cuidado.




    1.3 - Concordância com os Pronomes de Tratamento





    Quando o sujeito simples for uma expressão de tratamento, o verbo irá para a terceira pessoa e não para a segunda:


  • Vossa Senhoria está passando mal?
  • Sujeito Simples: Vossa Senhoria
  • Verbo: está (3ª pessoa do singular)




  • 1.4 - Expressões Partitivas


    Quando o sujeito for formado por uma expressão partitiva (como: parte de, uma porção de, o grosso de, o resto de, metade de, a maioria de, a maior parte de, grande parte de) seguida de um substantivo ou pronome no plural, o verbo poderá ir para o singular ou para o plural:

  • A maioria dos jurados aprovou / aprovaram a absolvição do réu.
  • O mesmo processo se aplica no caso dos coletivos, quando especificados:

  • Um bando de ladrões invadiu / invadiram o banco.

  • Obs.: O uso do verbo no singular, nesses casos, enfatiza a unidade do conjunto, já a forma plural confere destaque aos elementos que formam esse conjunto.

    1.5 - Quantidade Aproximada

    Quando o sujeito for formado por expressão que indica quantidade aproximada (cerca de, mais de, menos de, perto de) seguida de numeral e substantivo, o verbo deverá ir normalmente para o plural concordando com o substantivo:

  • Cerca de cem mil pessoas participaram do show.
  • Mais de mil crianças morreram de inanição este ano.
  • Concordância Verbal com Sujeito Simples

    O verbo e o sujeito se ligam pelo mecanismo da concordância: sujeito no singular, verbo no singular; sujeito no plural, verbo no plural, independente da ordem de colocação do verbo em relaçã

    o ao sujeito. De acordo com essa relação, verbo e sujeito concordam em número e pessoa:




  • Ele (3ª pessoa do singular) fala (3ª pessoa do singular)
  • Eles (3ª pessoa do plural) falam (3ª pessoa do plural)
  • O verbo sempre concordará com o sujeito. Mas para fazer a concordância corretamente, algumas regras devem ser seguidas. Isso é o que veremos nas próximas páginas.

    O sujeito simples é aquele que tem apenas um núcleo. O verbo concordará com o sujeito simples em número e pessoa. Isso acontece mesmo que o sujeito esteja subentendido:


  • As formigas eram uma praga.
  • Sujeito: As formigas (3ª pessoa do plural)
  • Verbo: eram (3ª pessoa do plural)

  • Desci as escadas correndo.
  • Sujeito subentendido: Eu (1ª pessoa do singular)
    • Verbo: Desci (1ª pessoa do singular)
    Quando o sujeito for um coletivo (povo, exército, rebanho, grupo, turma,etc.), que é singular em sua forma e automaticamente expressa idéia de pluralidade, o verbo ficará no singular se estiver junto do sujeito coletivo:
  • exército traidor foi derrotado.

  • Se o verbo estiver distanciado do sujeito coletivo, ficará no singular ou irá para o plural conforme se pretender destacar mais a idéia de todo (singular) ou a presença dos indivíduos (plural). Gramaticalmente as duas concordâncias estão corretas:
  • O grupo se afastou; mais adiante, porém, foram presos.
  • O grupo se afastou; mais adiante, porém, foi preso.
  • Se o sujeito coletivo vier seguido de palavra que mencione os indivíduos nele contidos, o verbo poderá ficar no singular ou no plural; mas, a idéia do todo se destacará melhor no singular e a ação dos indivíduos será, ao invés, realçada com o plural:
  • A família toda - o marido, a mulher, os filhos, a empregada e os cachorros seguiu / seguiramviagem a pé.
  • Alguns métodos de persuasão


    Mediante o apelo à razão

    [editar]Mediante o apelo à emoção

    Persuasão


    Persuasão é uma estratégia de comunicação que consiste em utilizar recursos lógico-racionais ou simbólicos para induzir alguém a aceitar uma ideia, uma atitude, ou realizar uma ação.
    É o emprego de argumentos, legítimos ou não, com o propósito de conseguir que outro(s) indivíduo(s) adote(m) certa(s) linha(s) de conduta, teoria(s) ou crença(s).
    Segundo Aristóteles, a retórica é a arte de descobrir, em cada caso particular, os meios disponíveis de persuasão.

    No âmbito jurídico

    A persuasão pode ocorrer de maneira pacífica (verbalmente) ou até mesmo de maneira quase coercitiva (com o uso de graves ameaças e/ou uso de violência). O ato de persuadir alguém nem sempre depende de uma mente "superior" em detrimento de outra "inferior". Pode acontecer para fins inocentes, mas, dependendo do seu objeto e forma de manipulação, pode acarretar efeitos jurídicos e configurar crime.
    De acordo com o preceito primário:
    Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade
    artigo 29 (caputCódigo Penal Brasileiro (Dec. Lei 2.848/1940)[1]
    Isto é, é perfeitamente possível que alguém responda por crime alheio, uma vez que houve "nexo causal" (relação entre causa e efeito) entre a persuasão e o delito.
    Vale ressaltar, ainda na seara jurídica, que persuadir (em forma de coação) alguém a fazer algo que a lei não permita ou que ela não obrigue, também é crime.


    Simbiose


    Simbiose é uma relação mutualmente pequena, na qual, dois ou mais organismos diferentes são beneficiados por esta associação.
    Há alguma indefinição nos conceitos associados a este termo. Assim, dever-se-á ter presente que a simbiose implica uma inter-relação de tal forma íntima entre os organismos envolvidos que se torna obrigatória. Quando não existe obrigatoriedade na relação, dever-se-á utilizar antes o termo/conceito protocooperação.
    Alguns casos clássicos que ajudam a compreender o conceito de simbiose:
    • Certos Cnidários alojam algas nos seus tentáculos. Estes animais procuram nadar próximos à superfície da água para que as algas possam usar a luz para efectuar a fotossíntese. Ao realizarem o processo, as algas produzem certos compostos orgânicos essenciais ao organismo hospedeiro.
    • Orquídeas e muitas outras espécies de hábito epifítico habitam locais ricos em matéria orgânica, mas pobres em sais minerais. No entanto, as suas raízes (freqüentemente apresentando um tecido esponjoso, o velame) abrigam fungos do tipo Micorriza, que atacam a matéria orgânica do substrato e a decompõe na forma de sais minerais, que podem assim ser assimilados pelos vegetais. Em contrapartida, as plantas realizam a fotossíntese e sintetizam moléculas orgânicas, como carboidratos eaminoácidos, essenciais à sobrevivência dos fungos.
    • As mitocôndrias vivem no interior das células eucarióticas, produzindo energia na forma de ATP, numa estreita relação simbiótica. Essa relação é tão forte que a célula e a mitocôndria não conseguem viver separados. Acredita-se que as mitocôndrias eram organismos que viviam isolados no exterior das células, e que foram incorporadas por algumas células, criando uma forte relação entre os dois organismos: a célula fornece alimento e um ambiente seguro para o desenvolvimento e reprodução da mitocôndria, e esta se responsabiliza pelo fornecimento de energia da célula. Uma prova disso seria o facto de a mitocôndria ter material genético próprio (o DNA mitocondrial).
    • Fungos e algas, numa relação mútua de proteção-alimento, caracterizando os liquens.

    A virgula.

    * As orações subordinadas adjetivas e a vírgula:
    - Já vimos que as orações adjetivas explicativas são separadas por vírgulas, mas as adjetivas restritivas não.
    - O emprego, ou não, das vírgulas com as orações adjetivas gera frases de sentidos toalmente diferentes. Compare:
    Os balões que subiam eram aplaudidos pelas crianças. (restritiva)
    Os balões, que subiam, eram aplaudidos pelas crianças. (explicativa)
    - Apesar de terem a mesma estrutura, esses períodos têm sentidos bem diferentes. Note que no período primeiro, entende-se que nem todos os balões subiam, apenas uma parte deles é que subia. E só os que subiam eram aplaudidos. A oração "que subiam"é, portanto, adjetiva restritiva.
    - Já no período segundo, entende-se que todos os balões subiam e todos eram aplaudidos pelas crianças. A oração "que subiam" é, portanto, adjetiva explicativa.

    alguns exemplos:

    1 - O computador, que é um meio rápido de comunicação, está conquistando todas as famílias.
    2 - O Renato, que trabalha aqui, não se encontra no prédio. 
    3 - Seus pais, que são italianos, ficaram entusiasmados com tudo.
    4 - O homem, que ama, é feliz.
    5 - Os homens, que são mortais, temem a doença.
    6 - Os trabalhadores, que fizeram greve, reivindicavam aumento de salário
    7 - O Sol, que é uma estrela, é o centro do nosso sistema planetário.
    8 - O lirio, que é branco, já não é mais o símbolo da candura
    9 - O homem, que é um ser racional, tem perdido suas características mais preciosas
    10 - O inverno de 1987, que foi muito rigoroso, matou 180 pessoas

    Oracao Subordinada Adjetiva Explicativa

    2. Orações Subordinadas Adjetivas Explicativas:
    2. - Indicam uma simples explicação ou detalhe do nome a que se refere.
    - Vêm sempre separadas por vírgulas.
    - Funcionam como aposto (entre vírgulas) de um nome da oração principal.
    Ex: O Sol, que é uma estrela, é o centro do nosso sistema planetário.

    Oracao Subordinada Adjetiva Restritiva

    1. Orações subordinadas adjetivas Restritivas:
    - Restringem ou limitam a significação do nome a que se refere.
    - Não são separadas por vírgulas.
    - Funcionam como adjunto adnominal de um nome da oração principal.
    Ex: Os homens que fumam vivem pouco. (O.S. Adjetiva Restritiva)
    Havia ali crianças pedindo esmola. (O.S. Adjetiva Restritiva Reduzida de gerúndio)

    Oração subordinada adjetiva

    São aquelas que têm o valor e a função de um adjetivo (sempre se referem a um substantivo ou pronome da oração principal)
    São iniciadas por pronomes relativos: que, quem, o qual, cujo,...
    - Dicas: Pronome relativo:
    - Tente substituir o pronome por "o qual (is) " para confirmar se ele é ou não relativo.
    - O pronome relativo exerce uma função sintática.
    Ex: Admiramos alunos estudiosos Admiramos alunos que estudam
    adjetivo Oração subordinada adjetiva.